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A perspetiva dos alunos do 11º ano quanto à visita de estudo ao Porto
by Agrupamento de Escolas de Mortágua - Tuesday, 26 March 2019, 11:38 AM
 

 No dia 1 de março, sexta feira, a turma do 11ºB da escola secundária de Mortágua realizou uma visita de estudo à cidade do porto, no âmbito das disciplinas de História, Geografia e Português. Esta atividade de natureza curricular foi intencionalmente planeada, servindo para complementar a formação dos alunos, tendo como base os conteúdos programáticos do curso e da turma.

 De facto, os alunos executaram um planeamento da parte da manhã, no qual desempenharam um percurso pedestre para visitar edifícios, ruas e monumentos que se mantêm, até hoje, na cidade portuense. No decorrer do percurso, cada aluno compartilhava com os restantes alunos e professoras as informações retiradas das respetivas pesquisas, feitas previamente em contexto de escola. Ao longo do trajeto visitaram-se ruas, como a rua das Flores, a avenida dos Aliados, a rua de Santa Catarina, e a rua Mouzinho da Silveira, nomeadamente, a requalificação das fachadas de muitos edifícios. Foram também pontos importantes da visita, a estação de S. Bento, o café Magestic, o grande Hotel do Porto, a estátua D. Pedro IV, a praça Almeida Garret, a praça da Liberdade, a praça da Ribeira, a Sé Catedral, a igreja dos Congregados e o palácio de Cristal.

No início da tarde, continuámos a visita a um dos núcleos museológicos da cidade do porto, o museu Romântico, que se situa na quinta da Macieirinha e  em homenagem ao rei Carlos Alberto de Sardenha, a casa onde viveu enquanto esteve exilado no nosso país, foi transformada num museu.

O fim da visita decorreu com a visita à Cadeia da Relação, edifício histórico onde esteve preso, Camilo Castelo Branco, autor do conhecido romance “Amor de Perdição”.

Em suma, a visita de estudo serviu como uma “estratégia” que favoreceu a aquisição de conhecimentos proporcionando o desenvolvimento de técnicas de trabalho,  da socialização e facultou a interligação entre teoria e prática e entre a escola e a realidade.

                                                                       Marlene Mateus, nº 17, 11º B